terça-feira, 31 de janeiro de 2012
À espera de alguém que nunca virá
Boa tarde, bispo.
Relatarei a história de uma pessoa que vive à espera de alguém que nunca virá.
Conversei com um senhor, que frequentava a Igreja há cinco anos, e no decorrer do atendimento, percebi que os seus olhos desejavam ver a realização dos seus sonhos, entretanto, havia algo que o impedia e o deixava cada dia mais distante disso.
Há três anos, ele não tem contato físico com a sua esposa, ela o despreza. Seu filho vive nos EUA e é viciado em drogas, e por viver em uma terra distante, ele está muito preocupado.
Além disso, este senhor faz hemodiálise três vezes por semana. Perdeu duas lojas de automóveis e agora está desempregado, desamparado e solitário.
Ao vê-lo na Igreja, percebi que era uma pessoa atenciosa, pois orava, buscava e louvava a Deus com os lábios. Mas, infelizmente, a sua vida não O glorificava.
Intrigado, ao vê-lo na Igreja somente como um ouvinte, cheguei até ele para conversarmos, foi quando ouvi e vi o que estava no seu interior. Tratava-se de uma pessoa cheia de conhecimentos bíblicos, e com as suas opiniões formadas e definidas, mas somente para aquilo que lhe agradava.
Segundo ele, não era mais necessário ser dizimista e nem fazer sacrifícios para Deus, porque ele estava somente na espera que, um dia, Deus o respondesse. Em sua opinião, apenas o seu desejo interior era suficiente para que Deus o atendesse e mudasse a sua vida.
Mas eu não podia deixar passar aquela oportunidade de lhe abrir os olhos para a verdade, e libertá-lo das algemas que o aprisionavam por tantos anos. Falei tudo, com toda a sinceridade e respeito. Ele ouviu tudo atentamente, e, desde então, não voltou à Igreja.
Mas O Espírito Santo confirmou no meu interior: "Você o libertou, fique tranquilo porque a sua parte foi feita".
Com a sua atitude, ficou provado que, verdadeiramente, ele não havia sacrificado a sua vida para Deus. Tendo preferido ser o senhor dela, e, infelizmente, continuará a sua jornada à espera de alguém que nunca virá.
Um forte abraço bispo, para o senhor e toda a família.
Pastor Junior Figueiredo
Relatarei a história de uma pessoa que vive à espera de alguém que nunca virá.
Conversei com um senhor, que frequentava a Igreja há cinco anos, e no decorrer do atendimento, percebi que os seus olhos desejavam ver a realização dos seus sonhos, entretanto, havia algo que o impedia e o deixava cada dia mais distante disso.
Há três anos, ele não tem contato físico com a sua esposa, ela o despreza. Seu filho vive nos EUA e é viciado em drogas, e por viver em uma terra distante, ele está muito preocupado.
Além disso, este senhor faz hemodiálise três vezes por semana. Perdeu duas lojas de automóveis e agora está desempregado, desamparado e solitário.
Ao vê-lo na Igreja, percebi que era uma pessoa atenciosa, pois orava, buscava e louvava a Deus com os lábios. Mas, infelizmente, a sua vida não O glorificava.
Intrigado, ao vê-lo na Igreja somente como um ouvinte, cheguei até ele para conversarmos, foi quando ouvi e vi o que estava no seu interior. Tratava-se de uma pessoa cheia de conhecimentos bíblicos, e com as suas opiniões formadas e definidas, mas somente para aquilo que lhe agradava.
Segundo ele, não era mais necessário ser dizimista e nem fazer sacrifícios para Deus, porque ele estava somente na espera que, um dia, Deus o respondesse. Em sua opinião, apenas o seu desejo interior era suficiente para que Deus o atendesse e mudasse a sua vida.
Mas eu não podia deixar passar aquela oportunidade de lhe abrir os olhos para a verdade, e libertá-lo das algemas que o aprisionavam por tantos anos. Falei tudo, com toda a sinceridade e respeito. Ele ouviu tudo atentamente, e, desde então, não voltou à Igreja.
Mas O Espírito Santo confirmou no meu interior: "Você o libertou, fique tranquilo porque a sua parte foi feita".
Com a sua atitude, ficou provado que, verdadeiramente, ele não havia sacrificado a sua vida para Deus. Tendo preferido ser o senhor dela, e, infelizmente, continuará a sua jornada à espera de alguém que nunca virá.
Um forte abraço bispo, para o senhor e toda a família.
Pastor Junior Figueiredo
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Senhor da Alma
E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo… Hebreus 9.27
Apesar de a justiça humana ser diferente da Divina, ainda assim, ela permite uma noção do Juízo Final.
Normalmente, na justiça humana, o acusado é detido numa delegacia à espera do julgamento final. Após os trâmites processuais, ele é conduzido ao tribunal e ali é julgado. Se condenado, é conduzido ao sistema prisional onde ficará preso pelo tempo determinado.
Se inocentado, então estará livre imediatamente.
A Justiça Divina funciona de forma similar. Começa na morte. Imediatamente após a morte, vem a primeira fase do juízo. A alma é liberada da matéria para ser levada para a antessala do seu destino final. Se salva, para o seio de Abraão; se perdida, levada direto para o inferno.
Mas, quem as conduz ao seu respectivo destino?
Cada pessoa, independentemente do sexo, idade, crença, religião, raça, nacionalidade ou classe social pertence a Deus ou ao diabo.
Se ela se arrependeu de seus pecados e deu sua alma ao Senhor e Salvador Jesus, na sua morte, os anjos de Deus, em obediência ao Seu comando, vêm buscar essa alma para o Paraíso ou seio de Abraão.
Mas, se não devotou sua alma ao Senhor Jesus em vida, não terá mais chance de fazê-lo após a morte, haja vista que seu livre arbítrio é válido apenas em vida. Após a morte, quer queira ou não, sua alma já não mais lhe pertence. E, diante de sua rejeição ou omissão à oferta Divina, o destino intermediário de sua alma é o inferno. E após o Juízo Final, o Lago de Fogo e Enxofre por toda a eternidade.
Quem a levará até o inferno? Os anjos de Deus? Não. Estes somente servem ao Altíssimo.
Os espíritos imundos, mensageiros de Satanás, têm autoridade para levar essa alma direto para o inferno. Nada, nem ninguém, pode impedí-los de cumprir sua tarefa.
sábado, 28 de janeiro de 2012
A influência da mulher
Sempre ouvi dizer que a mulher influencia. Mas onde podemos influenciar?
Talvez você já tenha se perguntado, mas nunca obteve resposta.
Deus me revelou, até parece brincadeira, que quando estamos passando por um deserto, por algo difícil, ficamos muito mais hábeis para ouvir a voz de Deus do que quando tudo está sob controle.
A mulher influencia de tal forma que ela nem imagina! A sua influência é devido aos seus sentimentos.
Nós sabemos que o homem é o provedor, é o que traz comida para dentro de casa, é o que dá as condições, é o que protege. Enfim, é o cabeça da casa.
É ele quem toma as decisões finais e é quem decide o que vai ser autorizado ou não. Quando o contrário acontece, de ser a mulher a tomar as rédeas, o matrimônio torna-se um fracasso. Neste caso, não há como ser feliz. Pois, toda mulher quer um herói, por mais que ela tente sobreviver com as suas forças ou a sua suposta modernidade, ela será sempre frustrada!
Entretanto, a sua influência dentro de casa advém dos sentimentos que ela carrega. Se algo a machucou ou a entristeceu, ela de imediato tem suas reações, busca primeiramente encontrar alguma amiga ou até mesmo o marido para desabafar. Apenas para descarregar.
Porém, para o homem, não está nele o ouvir e compreender. Está no instinto dele “entrar em ação” e solucionar o problema. É precisamente aí que entra a tal influência da mulher, que no fundo só quer desabafar, falar do seu sentimento e da sua dor. Ela espera compreensão dele e não tem a mínima noção de que aquele sentimento dentro dela causa uma influência tremenda nas reações do seu marido.
Ele, como protetor, age com a intenção de resolver o problema da sua mulher e só acaba atrapalhando mais ainda toda a situação envolvente.
E quem sofre com tudo isso?
Os dois sofrem e são lesados! Tudo por causa de um capricho que nos cega e que não nos deixa pensar nas consequências da nossa influência.
Vivi Freitas
Talvez você já tenha se perguntado, mas nunca obteve resposta.
Deus me revelou, até parece brincadeira, que quando estamos passando por um deserto, por algo difícil, ficamos muito mais hábeis para ouvir a voz de Deus do que quando tudo está sob controle.
A mulher influencia de tal forma que ela nem imagina! A sua influência é devido aos seus sentimentos.
Nós sabemos que o homem é o provedor, é o que traz comida para dentro de casa, é o que dá as condições, é o que protege. Enfim, é o cabeça da casa.
É ele quem toma as decisões finais e é quem decide o que vai ser autorizado ou não. Quando o contrário acontece, de ser a mulher a tomar as rédeas, o matrimônio torna-se um fracasso. Neste caso, não há como ser feliz. Pois, toda mulher quer um herói, por mais que ela tente sobreviver com as suas forças ou a sua suposta modernidade, ela será sempre frustrada!
Entretanto, a sua influência dentro de casa advém dos sentimentos que ela carrega. Se algo a machucou ou a entristeceu, ela de imediato tem suas reações, busca primeiramente encontrar alguma amiga ou até mesmo o marido para desabafar. Apenas para descarregar.
Porém, para o homem, não está nele o ouvir e compreender. Está no instinto dele “entrar em ação” e solucionar o problema. É precisamente aí que entra a tal influência da mulher, que no fundo só quer desabafar, falar do seu sentimento e da sua dor. Ela espera compreensão dele e não tem a mínima noção de que aquele sentimento dentro dela causa uma influência tremenda nas reações do seu marido.
Ele, como protetor, age com a intenção de resolver o problema da sua mulher e só acaba atrapalhando mais ainda toda a situação envolvente.
E quem sofre com tudo isso?
Os dois sofrem e são lesados! Tudo por causa de um capricho que nos cega e que não nos deixa pensar nas consequências da nossa influência.
Vivi Freitas
Um livro me mudou
Teimei muito, durante muito tempo, em fazer as escolhas certas até o dia em que ouvi falar do livro “Melhor do que comprar sapatos”, da Cristiane Cardoso.
Na época, eu fazia parte de uma igreja evangélica tradicional desde os meus oito anos de idade. Antes, eu e a minha família já havíamos batido em outras portas, mas a vida não mudava, pelo contrário, piorava ano após ano. Acontecia sempre uma desgraça nova, e quando chegamos a essa igreja tradicional, aprendemos a lidar com os problemas – tendo em mente o engano de que eram provações de Deus para ver a nossa fé.
Então, a minha mãe ficou muito doente; a minha irmã, uma jovem rebelde e perdida; e eu, fechada no meu mundo. Vivemos uma vida de engano (na igreja era uma coisa, fora era outra). Em casa só havia discussões. O nosso pai desprezava-nos, pois tinha outra família além da nossa. Eu sofria com muita insônia, via vultos, tinha muitos medos, pesadelos, baixa autoestima, a solidão era constante (nem o namorado conseguia preencher-me), passava noites chorando, era viciada na internet, em jogos, agredia os meu colegas e professores na escola e vestia roupas de homem. Mais tarde entrei nos vícios do tabaco e do álcool e comecei a roubar. Contudo, aos domingos, lá estava eu na igreja dando aulinha na Escola Dominical.
Foi aí que chegou aqui, em Portugal, uma prima que vivia na Espanha e frequentava a IURD lá. Ela veio passar uns dias em minha casa (algum tempo depois a minha mãe veio a falecer, o que foi o meu fundo de poço) e todas as noites comentava sobre o livro.
Havia uma IURD bem em frente a minha casa, e sempre ouvi falar muito mal dela, por isso não dava importância ao trabalho que era feito ali, tanto que ignorava tudo o que a minha prima dizia sobre o livro.
Endurecia o meu coração, mas a mensagem que continha nele era tão forte que, por bem ou por mal, eu ouvia. Aquela jovem mulher, chamada Cristiane Cardoso, havia passado por coisas semelhantes àquelas que eu estava passando; também teve problemas com a timidez e parece que sabia tudo o que se passava na minha mente e no meu coração.
Alguns meses mais tarde aceitei o convite da minha prima para assistir à reunião especial de final de ano e vi que não tinha nada a ver com o que eu ouvia falar sobre esta igreja. As palavras do pastor tocaram forte no meu coração e vi que precisava conhecer este Deus vivo e verdadeiro, que até então só ouvia falar.
Ouvir a verdade doeu-me. Reconhecer que a minha religião e os meus conhecimentos bíblicos não me tornavam melhor do que ninguém e não mudavam nada na minha vida quebrou o meu orgulho, tanto que fiquei um mês sem voltar lá novamente. Durante esse tempo não parei de pensar no livro “Melhor do que comprar sapatos”, então decidi ir a uma reunião à tarde.
Sorrio quando penso como Deus preparou as coisas tão bem. Em dada altura da reunião, os obreiros pegaram o livro para que os ofertantes pudessem adquiri-lo (havia poucos). O meu coração começou a bater depressa por tamanha ânsia, pois eu havia de tê-lo! Assim que o pastor chamou os ofertantes, eu corri até a frente, peguei o livro e li-o em dois dias. A partir daí a minha vida transformou-se de dentro para fora. Hoje sirvo ao Deus vivo e verdadeiro na Igreja Universal, um Deus capaz de quebrantar qualquer coração.
Júlia Teca, Portugal
Na época, eu fazia parte de uma igreja evangélica tradicional desde os meus oito anos de idade. Antes, eu e a minha família já havíamos batido em outras portas, mas a vida não mudava, pelo contrário, piorava ano após ano. Acontecia sempre uma desgraça nova, e quando chegamos a essa igreja tradicional, aprendemos a lidar com os problemas – tendo em mente o engano de que eram provações de Deus para ver a nossa fé.
Então, a minha mãe ficou muito doente; a minha irmã, uma jovem rebelde e perdida; e eu, fechada no meu mundo. Vivemos uma vida de engano (na igreja era uma coisa, fora era outra). Em casa só havia discussões. O nosso pai desprezava-nos, pois tinha outra família além da nossa. Eu sofria com muita insônia, via vultos, tinha muitos medos, pesadelos, baixa autoestima, a solidão era constante (nem o namorado conseguia preencher-me), passava noites chorando, era viciada na internet, em jogos, agredia os meu colegas e professores na escola e vestia roupas de homem. Mais tarde entrei nos vícios do tabaco e do álcool e comecei a roubar. Contudo, aos domingos, lá estava eu na igreja dando aulinha na Escola Dominical.
Foi aí que chegou aqui, em Portugal, uma prima que vivia na Espanha e frequentava a IURD lá. Ela veio passar uns dias em minha casa (algum tempo depois a minha mãe veio a falecer, o que foi o meu fundo de poço) e todas as noites comentava sobre o livro.
Havia uma IURD bem em frente a minha casa, e sempre ouvi falar muito mal dela, por isso não dava importância ao trabalho que era feito ali, tanto que ignorava tudo o que a minha prima dizia sobre o livro.
Endurecia o meu coração, mas a mensagem que continha nele era tão forte que, por bem ou por mal, eu ouvia. Aquela jovem mulher, chamada Cristiane Cardoso, havia passado por coisas semelhantes àquelas que eu estava passando; também teve problemas com a timidez e parece que sabia tudo o que se passava na minha mente e no meu coração.
Alguns meses mais tarde aceitei o convite da minha prima para assistir à reunião especial de final de ano e vi que não tinha nada a ver com o que eu ouvia falar sobre esta igreja. As palavras do pastor tocaram forte no meu coração e vi que precisava conhecer este Deus vivo e verdadeiro, que até então só ouvia falar.
Ouvir a verdade doeu-me. Reconhecer que a minha religião e os meus conhecimentos bíblicos não me tornavam melhor do que ninguém e não mudavam nada na minha vida quebrou o meu orgulho, tanto que fiquei um mês sem voltar lá novamente. Durante esse tempo não parei de pensar no livro “Melhor do que comprar sapatos”, então decidi ir a uma reunião à tarde.
Sorrio quando penso como Deus preparou as coisas tão bem. Em dada altura da reunião, os obreiros pegaram o livro para que os ofertantes pudessem adquiri-lo (havia poucos). O meu coração começou a bater depressa por tamanha ânsia, pois eu havia de tê-lo! Assim que o pastor chamou os ofertantes, eu corri até a frente, peguei o livro e li-o em dois dias. A partir daí a minha vida transformou-se de dentro para fora. Hoje sirvo ao Deus vivo e verdadeiro na Igreja Universal, um Deus capaz de quebrantar qualquer coração.
Júlia Teca, Portugal
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Tem que perder o ombro
Ontem, ao começar a ler sobre Davi, não consegui sair dos primeiros versículos. Eu, que tinha me programado para escrever sobre as nossas experiências em Israel, não pude me conter hoje e tive que dividir o que Deus falou comigo através do início desta história bíblica.
“Finalmente o Senhor disse a Samuel: Não há razão para continuares assim a ter pena de Saul, porque Eu já o rejeitei como rei de Israel. Por isso pega num recipiente de azeite e vai a Belém encontrar-te com um homem chamado Jessé. Escolhi um dos seus filhos para ser o novo rei. Mas Samuel perguntou: Como é que eu posso fazer uma coisa dessas? Se Saul vier a saber, tentará matar-me! Leva contigo uma bezerra, continuou o Senhor, e diz que vieste para fazer um sacrifício ao Senhor. Depois convidarás Jessé, e para o resto mostrar-te-ei como hás-de fazer e qual o filho que deverás ungir.” 1 Samuel 16:1–3
Samuel sentiu a dor da decepção por saber que o rei Saul não temeu a Deus como era esperado, já que havia sido o escolhido dEle para ser o primeiro rei de Israel. A decepção não foi somente porque Saul não obedeceu – isso poderia ser reparado. O problema foi o seu orgulho. Samuel sabia que não tinha mais jeito para Saul, já na reação dele, ao saber da decepção de Deus, mostrou não se importar com o seu pecado. Na hora ele chamou a atenção de Saul, fez o que lhe era devido como profeta de Deus naquela época, e sabe o que Saul fez? Implorou o perdão rasgando as vestes de Samuel! Que tipo de ‘arrependimento’ é este? Onde está o respeito para com o profeta de Deus?
Já ali Saul perdeu a presença de Deus. E isso doía em Samuel, por isso Deus lhe falou para parar de ter pena dele. Pena não podia mudar a situação de Saul, aliás, pena não muda a situação de ninguém. O errado é que tem que mudar! E se ele não mudar, e você tentar ajudá-lo a mudar, você só vai atrapalhar a Mão de Deus.
Às vezes, a pessoa tem que ficar só, perder tudo, até mesmo as amizades, para ouvir a voz de Deus. Mas tem gente que não aceita isso, que condena este tipo de atitude na Igreja. Dizem ‘não haver amor’. Ora, então leia essa passagem de novo e veja por que o Autor do Amor fez isso!
Alguns anos atrás, quando ainda trabalhávamos em Londres, e a Igreja ainda estava no comecinho, com poucos pastores e esposas, a nossa união era bem notória. Eu me sentia em casa com todos, pois parecíamos uma família. Tínhamos muitas coisas em comum, e a principal era a de ganhar almas. Mas, um dia, quando uma esposa de pastor errou e foi chamada atenção por isso, me veio logo uma dor no coração por ela. Ao mesmo tempo, também veio uma Voz: ‘Deixa ela; ela precisa disso’. Então a deixei. Não corri atrás para ver se ela estava bem, ou o que estava pensando ou sentindo, nem mesmo oferecer um ‘ombro’ amigo eu ofereci – não porque não quis ou não me importei, mas porque queria que esse ombro fosse o Espírito Santo. Orei por ela e pronto. Na época, outra esposa de pastor achou isso um absurdo da minha parte e foi dar atenção àquela esposa ‘injustiçada’. Pois bem, nenhuma das duas está na Obra de Deus hoje.
Saul também pensou ter sido injustiçado. Aliás, Lúcifer também achou ter sido injustiçado. Olha só a ‘coincidência’. Todos que se acham injustiçados não se arrependem. Forte hein?
Ainda lendo 1 Samuel 16.
Cristiane Cardoso
“Finalmente o Senhor disse a Samuel: Não há razão para continuares assim a ter pena de Saul, porque Eu já o rejeitei como rei de Israel. Por isso pega num recipiente de azeite e vai a Belém encontrar-te com um homem chamado Jessé. Escolhi um dos seus filhos para ser o novo rei. Mas Samuel perguntou: Como é que eu posso fazer uma coisa dessas? Se Saul vier a saber, tentará matar-me! Leva contigo uma bezerra, continuou o Senhor, e diz que vieste para fazer um sacrifício ao Senhor. Depois convidarás Jessé, e para o resto mostrar-te-ei como hás-de fazer e qual o filho que deverás ungir.” 1 Samuel 16:1–3
Samuel sentiu a dor da decepção por saber que o rei Saul não temeu a Deus como era esperado, já que havia sido o escolhido dEle para ser o primeiro rei de Israel. A decepção não foi somente porque Saul não obedeceu – isso poderia ser reparado. O problema foi o seu orgulho. Samuel sabia que não tinha mais jeito para Saul, já na reação dele, ao saber da decepção de Deus, mostrou não se importar com o seu pecado. Na hora ele chamou a atenção de Saul, fez o que lhe era devido como profeta de Deus naquela época, e sabe o que Saul fez? Implorou o perdão rasgando as vestes de Samuel! Que tipo de ‘arrependimento’ é este? Onde está o respeito para com o profeta de Deus?
Já ali Saul perdeu a presença de Deus. E isso doía em Samuel, por isso Deus lhe falou para parar de ter pena dele. Pena não podia mudar a situação de Saul, aliás, pena não muda a situação de ninguém. O errado é que tem que mudar! E se ele não mudar, e você tentar ajudá-lo a mudar, você só vai atrapalhar a Mão de Deus.
Às vezes, a pessoa tem que ficar só, perder tudo, até mesmo as amizades, para ouvir a voz de Deus. Mas tem gente que não aceita isso, que condena este tipo de atitude na Igreja. Dizem ‘não haver amor’. Ora, então leia essa passagem de novo e veja por que o Autor do Amor fez isso!
Alguns anos atrás, quando ainda trabalhávamos em Londres, e a Igreja ainda estava no comecinho, com poucos pastores e esposas, a nossa união era bem notória. Eu me sentia em casa com todos, pois parecíamos uma família. Tínhamos muitas coisas em comum, e a principal era a de ganhar almas. Mas, um dia, quando uma esposa de pastor errou e foi chamada atenção por isso, me veio logo uma dor no coração por ela. Ao mesmo tempo, também veio uma Voz: ‘Deixa ela; ela precisa disso’. Então a deixei. Não corri atrás para ver se ela estava bem, ou o que estava pensando ou sentindo, nem mesmo oferecer um ‘ombro’ amigo eu ofereci – não porque não quis ou não me importei, mas porque queria que esse ombro fosse o Espírito Santo. Orei por ela e pronto. Na época, outra esposa de pastor achou isso um absurdo da minha parte e foi dar atenção àquela esposa ‘injustiçada’. Pois bem, nenhuma das duas está na Obra de Deus hoje.
Saul também pensou ter sido injustiçado. Aliás, Lúcifer também achou ter sido injustiçado. Olha só a ‘coincidência’. Todos que se acham injustiçados não se arrependem. Forte hein?
Ainda lendo 1 Samuel 16.
Cristiane Cardoso
onésimos
Onésimo era escravo de Filemom. Provavelmente tenha se convencido ao cristianismo por influência de seu senhor, Filemom. Mas, aproveitando-se da boa fé dele, costume de muitos convencidos, roubou e fugiu. Sabendo que cedo ou tarde seria preso e penalizado com a morte, foi buscar refúgio com o apóstolo Paulo em Roma.
Na prisão, Paulo mostrou-lhe que a vida neste mundo é curta e que o pior mesmo é a eternidade no Lago de fogo e enxofre. Que, mesmo ele, apesar de algemado, era um homem livre. Livre para pensar e determinar seu futuro eterno. Que só o Senhor Jesus é capaz de garantir tal liberdade e eternidade simultâneas.
Enfim, após tê-lo levado à conversão sincera, Paulo o enviou de volta a Filemom juntamente com uma carta de recomendação.
Vale a pena ressaltar suas palavras dirigidas a Filemom: "…solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas." Elas mostram a conversão sincera do escravo e ladrão Onésimo numa criatura livre e, sobretudo, com a identidade de filho, na fé, de Paulo. E é justamente o que nós esperamos acontecer com aqueles que, por qualquer motivo, um dia fugiram da presença do Senhor e estão perdidos por aí, ameaçados de morte pelo inferno.
Pois, como Paulo, cremos que foram afastados de nós temporariamente, a fim de que os recebamos para sempre, não como escravos do pecado, antes, como irmãos de verdade.
Pois acredito, diz Paulo, que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre, não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor. Filemom 10 e 15-16
Se o leitor é um Onésimo fugitivo e perdido neste mundo, saiba que na Iurd sempre haverá uma nova chance para você.
Seja livre do passado triste em o Nome do Senhor Jesus Cristo.
Na prisão, Paulo mostrou-lhe que a vida neste mundo é curta e que o pior mesmo é a eternidade no Lago de fogo e enxofre. Que, mesmo ele, apesar de algemado, era um homem livre. Livre para pensar e determinar seu futuro eterno. Que só o Senhor Jesus é capaz de garantir tal liberdade e eternidade simultâneas.
Enfim, após tê-lo levado à conversão sincera, Paulo o enviou de volta a Filemom juntamente com uma carta de recomendação.
Vale a pena ressaltar suas palavras dirigidas a Filemom: "…solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas." Elas mostram a conversão sincera do escravo e ladrão Onésimo numa criatura livre e, sobretudo, com a identidade de filho, na fé, de Paulo. E é justamente o que nós esperamos acontecer com aqueles que, por qualquer motivo, um dia fugiram da presença do Senhor e estão perdidos por aí, ameaçados de morte pelo inferno.
Pois, como Paulo, cremos que foram afastados de nós temporariamente, a fim de que os recebamos para sempre, não como escravos do pecado, antes, como irmãos de verdade.
Pois acredito, diz Paulo, que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre, não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor. Filemom 10 e 15-16
Se o leitor é um Onésimo fugitivo e perdido neste mundo, saiba que na Iurd sempre haverá uma nova chance para você.
Seja livre do passado triste em o Nome do Senhor Jesus Cristo.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A Ejaculação da Eternidade
Para que você tenha uma ideia de como funciona a coisa, de um lado Deus tem a mente (o intelecto) como Seu aliado para falar, dirigir, orientar o homem; de outro, o diabo tem o coração (sentimentos e emoções) como seu aliado; e no meio está o ser humano. Se o mesmo se inclinar para a razão e a fé, se livrará dos laços do diabo; mas, caso se incline para os apelos do coração, isso resultará no sofrimento, na angústia e na escravidão do inferno.
O ponto mais forte de um envolvimento sentimental é o sexo, o prazer sexual. E o diabo também tem usado este prazer para promover o desprazer de muitos.
Observemos o rei Davi – homem segundo o coração de Deus – que venceu o gigante Golias e os grandes exércitos inimigos, mas não conseguiu vencer sua libido ao ver o escultural corpo desnudo de Bate-Seba – mulher de Urias – um de seus soldados mais fiéis.
Ele a chamou em seu palácio e, embriagado pelo desejo ardente do sexo, deitou-se com ela. 2 Samuel 11.1-4. Em seguida, depois de desfrutar de um prazer orgástico, porém momentâneo, mergulhou num desprazer de angústia, de vazio e de dor, a ponto de perceber que a alegria da sua salvação escorreu por entre os seus dedos e que o Santo Espírito afastou-se triste e decepcionado do seu ser. Salmos 51.11-12
Daí veio a queda, que só não foi mortal, porque Deus usou de Sua misericórdia – por encontrar no coração de Davi sincero arrependimento e humilhação diante de Sua face.
A grande verdade é que quando você, obreiro ou pastor, cai sexualmente em pecado com uma mulher, no momento do clímax sexual, no momento da EJACULAÇÃO, de dentro de você não está saindo só o sêmen, o esperma, mas junto vai também a unção que você recebeu, seu ministério, sua credibilidade, sua santidade e, sobretudo, sua salvação, que é derramada no útero de uma mulher. Após o prazer momentâneo, começa o desprazer do vazio de tudo que você construiu com muito sacrifício, lutas e lágrimas. Em suma, uma vida com Deus.
Da mesma forma, quando uma obreira ou esposa cai sexualmente em pecado com um homem, no momento do clímax sexual, no momento da EJACULAÇÃO masculina, ela não somente recebe o jato de sêmen, mas o jato do vírus do pecado que traz o desprazer da angústia, da culpa, da dor da alma, da dúvida e, sobretudo, a perda da alegria da salvação.
Que o Espírito Santo tenha misericórdia de nós e possamos ter sempre em evidência o temor do Senhor como fonte de vida, para que jamais venhamos cair nos laços da morte. Provérbios 14.27
Não vale a pena trocar o prazer e o gozo espiritual da comunhão com Deus pelo desprazer do buraco da alma por conta da ausência do TODO PODEROSO, e carregarmos para sempre a saudade de Sua presença e de Sua amizade dentro de nós.
Deus abençoe a todos nós!
Bispo Sérgio Correa
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Aprendendo com Davi
O Rei Davi foi uma das figuras bíblicas mais diversificadas, cujas múltiplas experiências de vida e fé são relatadas com riqueza de detalhes nas Escrituras.
Foi o filho caçula de seu pai, pastor de ovelhas, assessor do rei, músico, guerreiro, fugitivo, capitão de milícia, líder de desprezados, escritor, rei de Israel, adúltero, homicida, homem de guerra, perseguido pelo próprio filho, idealizador do primeiro Templo de Salomão, ascendente do Senhor Jesus...
Uma vida de todas as cores e tons, um homem tão falho e, ao mesmo tempo, “segundo o coração de Deus”.
Estudar a vida de Davi e seus altos e baixos é uma viagem cheia de lições, aventuras e descobertas, da qual você não voltará a mesma pessoa. Ao seguir a trajetória de Davi, você se encontrará no caminho de um homem que conheceu a Deus intimamente.
Acompanhar a sua história é aproximar-se de Deus.Eu gostaria de lhe convidar a fazer exatamente isso.
Nesta terça-feira (24), às 23h10 (horário de Brasília), a minissérie “Rei Davi” estreará na Rede Record.
Esta obra nos apresenta uma oportunidade única: acompanhar a história de Davi por vídeo e, paralelamente, pela Bíblia. Ou seja, você poderá ver aquilo que ler. Isso facilitará em muito o entendimento do texto. Eu ainda não assisti à minissérie. É claro que é uma obra para a tevê – consequentemente, espero que tenha suas limitações e extrapolações artísticas. Mas não vamos nos ater a isso. Vamos aproveitar essa rara oportunidade para ajudar a nossa imaginação a voltar ao passado e trazer riquezas para a nossa fé.
Vamos começar hoje a ler a história de Davi na Bíblia. Ela começa no capítulo 16 de 1 Samuel e segue até o final deste livro. Continua por todo o livro de 2 Samuel até a morte de Davi, em 1 Reis 2.
Vamos ler em sequência meditando, aprendendo e assistindo à minissérie, que será exibida às terças e quintas-feiras, a partir deste dia (24).
Seria muito bom se você fosse deixando seus comentários aqui, compartilhando as lições que você for colhendo ao longo do caminho. Assim, todos nós seremos abençoados.
Topa?
domingo, 22 de janeiro de 2012
O Filho e o Leilão
Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes. Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Michelangelo. Muito unidos, sentavam-se juntos para admirar as suas grandes obras.
Por uma desgraça do destino, seu filho foi para a guerra. Foi muito valente, mas morreu na batalha quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente durante muitos anos. A morte de seu único filho o abalou de tal forma que ele perdeu o prazer pela vida.
Alguns meses depois alguém bateu à porta.
Era um jovem com um grande quadro bonito nas mãos. Ele foi logo dizendo ao pai:
– O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida. Ele salvou muitas vidas e salvou a minha também. Quando estava me salvando, uma bala lhe atravessou o peito e ele morreu instantaneamente. Ele falava muito do senhor e contava o quanto o senhor amava as telas que tinha em sua casa.
O rapaz estendeu os braços e entregou uma tela e disse:
– Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei que seu filho gostaria que recebesse esse quadro. O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira na qual o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. Ele agradeceu ao jovem e ofereceu-se para pagar pela obra.
– Não, senhor! Eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim. Essa pintura é um presente.
O pai colocou o quadro à frente de suas grandes obras de arte. Cada vez que alguém visitava a sua casa ele mostrava com orgulho aquele quadro pintado com a imagem do seu filho. O homem morreu alguns meses mais tarde e foi anunciado um leilão de todas as suas obras de arte.
Muita gente importante chegou ao local no dia marcado. Havia muita expectativa para comprar verdadeiras obras de arte. Entre as peças valiosas, estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:
– Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?
Um grande silêncio... Então, ouviu-se um grito do fundo da sala:
– Queremos ver as pinturas famosas: Van Gogh, Picasso!
O leiloeiro insistiu:
– Alguém oferece algo por essa pintura? R$100,00? R$200,00? Depois de muito o leiloeiro insistir, uma voz disse:
– Eu dou R$10,00 pela pintura. Era um velho jardineiro da casa. Sendo o homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.
– Temos R$10,00! Quem dá R$20,00? – gritou o leiloeiro.
Ninguém se manifestou. Então, o leiloeiro bateu o martelo:
– Dou-lhe uma. Dou-lhe duas. Vendida por R$10,00!
E um homem ao fundo disse:
– Agora vamos começar o leilão com as peças valiosas!
O leiloeiro soltou seu martelo e disse:
– Sinto muito, damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao fim.
– Mas, e as pinturas? – perguntaram os interessados.
– Eu sinto muito – disse o leiloeiro –, quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Somente a pintura “O FILHO” seria leiloada. Aquele que a comprasse herdaria absolutamente todas as posses deste homem, inclusive as suas famosas pinturas. O homem que comprou “O FILHO” fica com tudo.
RESUMINDO:
Aquele que tem o Filho de Deus tem a vida eterna e tudo o que ela contém; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida. Viverá a eternidade no Lago de fogo e enxofre empacotado com o diabo, os demônios, a morte, o inferno, a Besta e o Falso Profeta.
I João 5.12; Apocalipse 20.10,14,15.
Quem crê, amém. Quem não crê, paciência.
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
20º Dia do Jejum de Daniel
A Última Chance
Para aquele que pensa no suicídio
Eu tinha 7 anos de idade e estava com um tumor muito grande na minha coxa direita. Os médicos já haviam decretado que teriam que amputar aquela perna.
A minha família passava por uma situação financeira muito difícil e já havia recebido ordem de despejo.
Naquela tarde, meu pai, que nunca havia bebido, chegou em casa bêbado e sem nenhum dinheiro do salário – única esperança da minha mãe para tentar remediar um pouco o aluguel.
A minha mãe o colocou para fora de casa e decidiu que naquela madrugada iria se matar.
Era filha única, e depois de me colocar para dormir, ela foi para a cozinha com a arma do meu pai e preparou-se para puxar o gatilho quando eu acordei e a chamei.
Ela veio me ajudar pensando que iria então realizar o meu último pedido, e aí falei que queria assistir desenho na televisão. Ela tentou me convencer de que não tinha desenho, por ser de madrugada, mas eu insisti.
Ela, naquele momento, pensou que iria me deixar na sala vendo televisão com o som bem alto e retornaria para completar o feito. Foi então que sintonizou num programa chamado “Painel da Verdade”, e o então pastor Macedo falava: “Você que pensa que sua vida não tem mais jeito e tem uma arma na cabeça para se matar, não faça isso. Venha até a igreja, pois tem uma saída para a sua vida”.
Ao ouvir, resolveu tentar e, caso após ir ao endereço na Abolição nada mudasse, ela então se mataria.
No dia seguinte, me carregando no colo – pois já não podia andar devido ao tumor – fomos de Saracuruna até o prédio na Abolição. Ao entrar na igreja, me colocou sentada no último banco e ali já manifestou.
Pastor Macedo, que estava sozinho na igreja, orou por ela, e o demônio disse que foi mandado para destruir a todos, e que a obra de feitiço tinha sido feita na perna de uma boneca minha, a mando de uma tia, para que eu perdesse a perna e isso fosse a tristeza dos meus pais.
Após a oração, o pastor Macedo me chamou para abraçar a minha mãe e eu levantei e andei, o que já não fazia há um tempo.
Minha mãe ficou maravilhada, e quando cheguei perto do altar, percebemos que o tumor havia estourado e purgava toda a sujeira.
Desde então, há quase 30 anos, toda a minha família está na Igreja Universal. Vencemos todas as dificuldades, obras de feitiço e permanecemos. Tenho irmãos mais novos, que são obreiros, e meus pais moram no Jardim Botânico (RJ), e são membros da IURD de Botafogo.
Eu entreguei a minha vida para Jesus muito nova, tive meu encontro com Deus aos 15 anos de idade, e hoje faço a obra de Deus há 4 anos na África do Sul.
Desde então, há quase 30 anos, toda a minha família está na Igreja Universal. Vencemos todas as dificuldades, obras de feitiço e permanecemos. Tenho irmãos mais novos, que são obreiros, e meus pais moram no Jardim Botânico (RJ), e são membros da IURD de Botafogo.
Eu entreguei a minha vida para Jesus muito nova, tive meu encontro com Deus aos 15 anos de idade, e hoje faço a obra de Deus há 4 anos na África do Sul.
Fabiana Moreira
19º Dia do Jejum de Daniel
Mão dupla na fé
Andai no Espírito. Este é um mandamento do Espírito Santo para os Seus filhos e servos.
Mas, como é possível andar no Espírito sem atender às concupiscências da carne?Parece impossível. E, de fato o é quando não se tem a natureza espiritual. Isto é, quando não se é nascido do Espírito Santo.
Outra pergunta é: Será que Deus nos mandaria fazer algo impossível?
Eu creio que não. E você?
O fato é que os nascidos do Espírito são espíritos. Portanto, andar no Espírito é perfeitamente possível e obrigatório, se é que queremos vencer a carne.
Como andar no Espírito?
Quando nossos pensamentos estão combinando com os de Deus, no dia a dia, as coisas relacionadas à carne perdem valor.
Daí a razão de apenas os nascidos do Espírito vencerem, não só a carne, mas o mundo do inferno. I João 5.4
Vale ressaltar que Deus nos dá o direito de Lhe pedir o impossível, mas em compensação, Ele também se acha no direito de exigir o que nos é possível para o nosso bem.
Muitos "cristãos" querem o venha a nós (bênçãos), mas não querem o Vosso Reino (obedecer a Sua Palavra).
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